Título: Festival celebra o Dia Nacional do Frevo com Arrastão em Olinda
Subtítulo: Multidão comparece ao cortejo que marcou a união de dois tradicionais blocos no coração da cidade.
Neste domingo (13), o Paço do Frevo em Olinda foi tomado por foliões durante uma edição especial do Arrastão do Frevo que celebrou a cultura pernambucana. O evento foi parte das celebrações pelo Dia Nacional do Frevo, comemorado nesta segunda-feira (14).
O festival começou às 17h com uma apresentação da Orquestra Malassombro em um palco ao lado do museu. Simultaneamente, os blocos Eu Acho É Pouco e Minhocão de Olinda aqueceram a Avenida Rio Branco, preparando o público para o grande cortejo.
Um encontro de tradições
Após os shows, os blocos iniciaram suas caminhadas rumo ao Paço do Frevo: O Eu Acho É Pouco seguiu pela Rua da Guia, acompanhado pela Orquestra Henrique Dias, enquanto o Minhocão desfilou pela Rua do Bom Jesus, com a Orquestra Vermelha e Amarela, sob a regência do maestro Risonaldo Verçosa. A multidão se encontrou em frente ao Paço do Frevo, onde a animação tomou conta, com muito frevo e dança.
Luciana Veras, organizadora do bloco Eu Acho É Pouco, expressou a felicidade de estar presente em um evento como esse. “Carnaval é encontro. Quando a gente se encontra com a multidão e o Minhocão na frente do Paço, que é o templo do frevo, é a maior alegria do mundo”, declarou.
Sandro Valongueiro, presidente do Minhocão, ressaltou a importância da parceria entre os blocos. “Nada melhor do que fazer essa festa linda nesse templo do frevo”, afirmou.
Valorização da cultura frevista
A diretora do Paço do Frevo, Luciana Félix, explicou que a programação foi ampliada este ano para ir além das festividades do Dia Nacional do Frevo. O festival incluiu atividades que contemplaram gastronomia, música, dança e formação. “A ideia é celebrar o frevo de rua junto ao frevo de bloco”, disse.
A secretária de Cultura do Recife, Milu Megale, completou destacando o compromisso da prefeitura em promover e difundir a arte e cultura, especialmente o frevo, que faz parte da identidade pernambucana. “A cada ano, buscamos crescer e fazer com que as pessoas conheçam mais o seu patrimônio, ensinando as crianças sobre o frevo e sua importância para o Carnaval”, afirmou.
Assim, o festival se tornou não apenas uma celebração, mas uma oportunidade de reforçar laços culturais e sociais, agregando novas gerações à tradição do frevo.
Fonte: www.folhape.com.br








