Trump Cria Força de Superinteligência para Liderança em Inteligência Artificial
Nova estrutura, liderada por Jay Clayton, terá como objetivo garantir que os EUA mantenham a primazia no desenvolvimento tecnológico.
Neste domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a nomeação de Jay Clayton, atual chefe da Inteligência Nacional, para liderar uma nova força-tarefa da Casa Branca focada em inteligência artificial. A proposta, chamada de Força de Superinteligência, visa coordenar os esforços do governo para assegurar que os Estados Unidos permaneçam à frente no campo da tecnologia.
Em suas declarações, Trump destacou a importância da inteligência artificial, mencionando que seu impacto pode ser ainda maior que o da Revolução Industrial e da internet. “Clayton terá a responsabilidade de coordenar as iniciativas do Governo Federal para garantir que a América continue liderando o mundo em Superinteligência, protegendo interesses e melhorando a vida de todos os americanos”, afirmou.
Quem é Jay Clayton?
Jay Clayton assumiu a diretoria da Inteligência Nacional em junho de 2026, sucedendo Tulsi Gabbard. Antes de sua nomeação, ele atuou como procurador federal em Manhattan e foi presidente da Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) durante o primeiro mandato de Trump. Como diretor da Inteligência Nacional, ele já supervisiona o trabalho de agências como a CIA e outras entidades que compõem a comunidade de inteligência dos EUA. Agora, sua nova posição o colocará à frente de uma iniciativa específica focada em inteligência artificial, ao mesmo tempo em que mantém seu papel na inteligência nacional.
A criação da Força de Superinteligência segue uma controvérsia recente. William “Bill” Pulte, que havia assumido interinamente o cargo após a saída de Gabbard, foi alvo de críticas por não ter experiência relevante em segurança nacional ou inteligência. Pulte, aliado de Trump, anteriormente comandava a Agência Federal de Financiamento da Habitação (FHFA).
Com esta ação, Trump sinaliza a intenção de posicionar os Estados Unidos como um líder inabalável no avanço da inteligência artificial, um setor que promete transformar a economia e a sociedade nas próximas décadas.
Fonte: www.folhape.com.br








