Marinha dos EUA Seleciona Empresas para Concorrer ao Contrato de Embarcação Autônoma
Sete empresas foram escolhidas para participar de testes que podem expandir a frota de veículos de superfície não tripulados da Marinha
Na última sexta-feira, a Marinha dos Estados Unidos anunciou a seleção de sete empresas para competir pelo contrato das Embarcações de Superfície Não Tripuladas de Médio Porte (MUSV). Os testes em alto-mar começarão no próximo mês e as empresas cujos veículos obtiverem sucesso receberão US$ 15 milhões e poderão ser elegíveis para produção adicional.
Objetivo e Cronograma
Os testes estão programados para serem concluídos até outubro deste ano. Entre as empresas participantes estão Sea Machines, Leidos, Saronic Technologies, Galliano Marine Services, PacMar Technologies, Birdon e Huntington Ingalls Industries. O objetivo da Marinha é ampliar sua frota de embarcações não tripuladas, planejando aumentar de quatro para 30 embarcações até 2030, especialmente na região do Indo-Pacífico.
Mudanças no Programa
A escolha das empresas chega em um momento em que a Marinha busca diversificar sua frota, apostando em soluções de empresas menores e inovadoras. A iniciativa representa uma mudança estratégica nas aquisições navais, com foco em implementar rapidamente tecnologias autônomas, utilizando soluções comerciais já consolidadas.
Especificações da Embarcação
A nova solicitação, publicada em março, exige que as MUSVs sejam capazes de percorrer 2.500 milhas náuticas a uma velocidade de 25 nós, transportando uma carga de 25 toneladas em condições moderadas. As embarcações devem operar de forma totalmente autônoma, tanto durante o dia quanto à noite, enfrentando diferentes condições climáticas e suportando até o estado do mar 7.
Próximos Passos
Após os testes, os contratos vencedores deverão estar prontos para colocar em operação de cinco a dez embarcações MUSV no ano fiscal de 2027, avançando assim para a era de veículos não tripulados na Marinha dos EUA. Esta expansão da frota promete revolucionar as operações navais, destacando a importância das tecnologias autônomas no cenário contemporâneo.
Fonte: www.defensenews.com








