Título: EUA Eliminam Líder de Gangue Venezuelana em Operação Conjunta
Subtítulo: Hector Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero, foi morto em um ataque coordenado entre os países.
Os Estados Unidos realizaram uma operação que resultou na morte de Hector Rusthenford Guerrero Flores, ou Niño Guerrero, líder da temida gangue venezuelana Tren de Aragua. O anúncio foi feito pelo ex-presidente Donald Trump, que afirmou que o ataque foi autorizado por ele e executado pelas forças do Comando Sul dos EUA.
Em uma postagem em sua plataforma Truth Social, Trump descreveu o ataque como uma "ação rápida e letal" enfrentando uma das "organizações terroristas mais sanguinárias do planeta". Segundo ele, a operação foi realizada em estreita colaboração com autoridades venezuelanas, que estariam em sintonia com as ações dos EUA.
Operação Coordenada
O secretário de Defesa, Pete Hegseth, confirmou em suas redes sociais que Guerrero foi "confirmado como morto durante o ataque" e destacou que a operação ocorreu no início desta semana. Por meio de um comunicado, o Ministério da Informação da Venezuela informou que houve confrontos com membros de grupos criminosos durante a ação, resultando na neutralização do líder.
As autoridades mencionaram que a operação contou com apoio tecnológico especializado e foi fruto de intercâmbio de informações entre os dois países.
Histórico de Sanções
A administração Trump já havia imposto sanções a Guerrero e outros líderes da Tren de Aragua, acusando-os de crimes como tráfico de drogas, tráfico humano e lavagem de dinheiro. O Departamento de Estado dos EUA reconheceu oficialmente a Tren de Aragua como uma organização terrorista estrangeira.
Trump também alegou que a gangue estaria colaborando com o governo do presidente Nicolás Maduro, utilizando essa suposta conexão como justificativa para deportar imigrantes nos EUA para prisões de segurança máxima na América Central.
Atividades Criminosas da Tren de Aragua
A Tren de Aragua é notoriamente conhecida por suas atividades de tráfico humano e pelo controle de rotas utilizadas por migrantes sul-americanos em busca de melhores condições de vida, notadamente em direção ao Chile e outras nações. Além disso, a gangue está envolvida em extorsão, sequestros, assassinatos encomendados, contrabando e roubo organizado, atuando de forma abrangente do Panamá ao Brasil, conforme relatado por autoridades policiais na América Latina.
Guerrero havia escapado da prisão de Tocoron, na Venezuela, ao lado de outros líderes de gangues, pouco antes de uma operação policial em 2023.
Fonte: www.defensenews.com







