Título: Deputada Clarissa Tércio Denuncia Propaganda Eleitoral em Escolas de Pernambuco
Subtítulo: Parlamentar revela casos de professores utilizando instituições de ensino para promover candidaturas e promete encaminhar denúncias ao Ministério Público.
Na última terça-feira (13), a deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) lançou novas acusações de uso de instituições de ensino em Pernambuco para propaganda eleitoral. A parlamentar compartilhou um vídeo nas redes sociais em que apresenta dois casos de professores que, segundo ela, teriam se aproveitado do ambiente escolar para favorecer Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Relatos de Irregularidades
Clarissa informou que os casos divulgados são apenas uma fração dos muitos relatos recebidos por seu gabinete sobre supostas irregularidades eleitorais em escolas e universidades. Ela destacou que um dos incidentes envolve um professor de uma escola pública, que supostamente exibiu material de campanha durante uma aula, o que, segundo a deputada, pode comprometer a finalidade educacional e influenciar os estudantes politicamente.
Outro caso mencionado é o de um professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que teria utilizado seu e-mail institucional para organizar o financiamento de estudantes interessados em viajar para votar em Lula nas próximas eleições. O docente justificou essa mobilização como uma resposta a uma suposta "ameaça à democracia e à soberania".
Ação Contra Coação Eleitoral
Essas denúncias surgem após a deputada questionar a conduta da diretora da Escola de Referência em Ensino Médio Lagoa Encantada, Niedja Pereira. A gestora foi acusada de coação eleitoral, ao afirmar em um áudio que "quem vota na extrema-direita são os ricos" e criticar a candidatura de Flávio Bolsonaro. O caso foi encaminhado para investigação pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e outros órgãos competentes.
Encaminhamento de Denúncias
Clarissa Tércio reafirmou que as novas denúncias serão levadas ao Ministério Público para averiguação de possíveis crimes eleitorais. Além disso, a parlamentar anunciou que continuará recebendo relatos por meio do projeto FiscalizePE, que conta com mais de 9 mil advogados dispostos a analisar e encaminhar denúncias.
"Aluno não é massa de manobra política. Sala de aula é lugar de aprender, não de fazer propaganda eleitoral", enfatizou a deputada.
Continuaremos acompanhando as repercussões dessas denúncias e a atuação das autoridades competentes.
Fonte: blogpontodevista.com








