Edmilson Costa propõe reformas audaciosas para as áreas sociais e do trabalho nas eleições
Candidato do PCB sugere jornada de 30 horas semanais e fim da escala 6×1
O candidato à presidência Edmilson Costa, representando o Partido Comunista Brasileiro (PCB), apresentou propostas que visam transformar as relações de trabalho e melhorar a vida social no país. No seu plano de governo, intitulado "Construir o Poder Popular, Rumo ao Socialismo", Costa propõe a implantação da jornada de 30 horas semanais sem redução salarial e o fim da escala 6×1.
Programas de governo dos candidatos à presidência
A Agência Brasil, entre os dias 17 e 20 de setembro, divulgará os programas de governo de todos os candidatos à presidência, organizados em ordem alfabética. Hoje, os textos trazem as propostas de Edmilson Costa, além de Augusto Cury e Clariana Barão.
Reformas sociais e trabalhistas
Além da jornada reduzida, Edmilson Costa defende uma reforma agrária popular e a recuperação do poder de compra dos trabalhadores por meio de um salário mínimo justo, conforme os parâmetros do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
O candidato expõe que seus objetivos abrangem ações políticas, econômicas e sociais, incluindo o combate ao imperialismo e suporte a países como Cuba, Palestina, Irã e Venezuela. "Defendemos o fim dos monopólios nas comunicações, a estatização de setores fundamentais da economia, a proteção ambiental e um extenso programa de moradia popular", destaca o documento.
Qualidade social e responsabilidade
A proposta também contempla a extinção do atual arcabouço fiscal, defendendo serviços de saúde, transporte coletivo e educação totalmente públicos e de qualidade para todos. Além disso, Edmilson Costa quer instituir uma lei de responsabilidade social que garanta recursos para políticas sociais que atendam às necessidades da população.
Um novo caminho para o Brasil
Com sua candidatura, Edmilson Costa busca abrir um diálogo sobre um novo rumo para o Brasil, propondo uma ruptura com a ordem oligárquica que, segundo ele, mantém a sociedade brasileira subordinada ao capital internacional. O plano é estabelecer um novo tempo político, econômico e social, fundamentado na soberania popular e autodeterminação nacional.
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br







