Título: Secretário de Defesa dos EUA ordena saída de chefe do Exército em meio a tensões no Oriente Médio
Subtítulo: Mudança repentina reflete alinhamento da nova administração com uma visão militar específica
Em um movimento inesperado, o Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, solicitou ao chefe do Estado-Maior do Exército, General Randy George, que se aposentasse imediatamente. A decisão, comunicada por um oficial do Pentágono, significa que George deixará o cargo poucos meses após sua nomeação em setembro de 2023, antes do habitual mandato de quatro anos.
Visão Alinhada com a Nova Administração
Fontes do Pentágono indicaram que a intenção é substituir George por um líder que compartilhe a visão de Hegseth e do ex-presidente Donald Trump para o Exército, embora detalhes sobre essa visão não tenham sido revelados.
Com mais de 40 anos de serviço militar, George se destacou como oficial de infantaria formado na Academia Militar de West Point, onde foi comissionado em 1988. Ele participou da Guerra do Golfo e teve ativa participação em missões no Afeganistão e no Iraque.
Substituição Interina
Sean Parnell, porta-voz do Pentágono, confirmou que o atual vice-chefe do Estado-Maior do Exército, General Christopher LaNeve, assumirá a função de forma temporária. Segundo Parnell, LaNeve é um líder experiente e confiável, capacitado para implementar a visão da administração atual.
O Departamento de Defesa não comentou além disso, limitando-se a afirmar que “não há mais informações a serem fornecidas no momento”.
Aumento da Tensão Militar
Desde que tomou posse, Hegseth já demitiu mais de uma dezena de generais e almirantes, incluindo o presidente do Estado-Maior Conjunto, General C.Q. Brown, e a chefe de Operações Navais, Almirante Lisa Franchetti. Esta última mudança ocorre em um contexto de crescente tensão, com o envio de milhares de tropas da 82ª Divisão Aerotransportada ao Oriente Médio, à medida que a guerra com o Irã se aproxima de seu quinto mês.
A saída repentina de George foi inicialmente noticiada pela CBS News.
Fonte: www.defensenews.com







