Operação Força Integrada II da PF combate organizações criminosas em 16 estados
Ação coordenada visa desarticular facções e apreender drogas e armamentos.
Nesta terça-feira, 12 de setembro, a Polícia Federal (PF) deu início à Operação Força Integrada II, uma ação abrangente que reúne as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs) com o objetivo de enfrentar o tráfico de drogas, armas e a lavagem de dinheiro no Brasil. A operação mobiliza uma grande força-tarefa de diversos órgãos de segurança pública.
Objetivos da operação
A iniciativa busca cumprir um total de 165 mandados de busca e apreensão e 71 mandados de prisão em 16 estados: Espírito Santo, Ceará, Amapá, Minas Gerais, Rondônia, Acre, Sergipe, Tocantins, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Paraná, Paraíba, Alagoas, Maranhão e Rio de Janeiro.
Segundo a PF, as FICCOs têm como principal meta fortalecer o combate às organizações criminosas por meio da cooperação entre diferentes instituições de segurança pública.
As ações em destaque
As operações são realizadas em diversas cidades e focam em distintas frentes de investigação:
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São Luís (MA): A Operação Descenso III visa desmantelar uma organização criminosa em Chapadinha com 17 mandados de busca.
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Maceió (AL): A Operação Assíncrono II investiga a receptação de equipamentos da Caixa Econômica e outros crimes, cumprindo um mandado de prisão e dois de busca.
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Porto Velho (RO): A Operação Espectro foca em uma facção criminosa responsável por crimes violentos, com quatro mandados de busca e apreensão.
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Rio de Janeiro (RJ): A Operação Rota Final investiga o roubo de carga dos Correios, contando com seis mandados de busca.
- João Pessoa (PB) e Minas Gerais: A Operação Trapiche desarticula uma organização ligada ao tráfico de drogas, realizando 20 prisões e 40 buscas.
Além dessas, há ações em Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis e várias outras cidades, visando delitos variados, como tráfico de drogas, crimes ambientais e lavagem de dinheiro.
Consequências da operação
Com o encerramento das operações, as autoridades esperam uma diminuição significativa nas atividades ilícitas e um fortalecimento do combate à criminalidade organizada em todo o país. A coordenação entre as forças de segurança é vista como um passo essencial para desmantelar essas redes complexas e, assim, proteger a sociedade brasileira.
Fonte: www.folhape.com.br






