Título: U.S. Navy Intensifica Combate ao Tráfico de Drogas com Ajuda de Veículos Não Tripulados
Subtítulo: A parceria com a Saildrone, que já rendeu apreensões milionárias, é reforçada com um novo contrato de 16,3 milhões de dólares.
Em um esforço para combater o tráfico de drogas no Caribe, a Marinha dos Estados Unidos anunciou a extensão de suas operações com a empresa californiana Saildrone. O contrato, no valor de 16,3 milhões de dólares, visa manter a presença de veículos marítimos não tripulados da Saildrone na região, onde as autoridades conseguiram apreender mais de 81 milhões de dólares em cocaína.
Objetivo da Operação
A ampliação das operações está alinhada com as iniciativas do governo anterior, que visavam reduzir o fluxo de narcóticos ilícitos para os Estados Unidos. Desde 2023, os veículos da Saildrone têm colaborado com a Marinha, apoiando o Comando Sul da Marinha dos EUA e o Joint Interagency Task Force South (JIATF-S).
Tecnologia em Ação
O modelo Voyager, com 10 metros de comprimento, é projetado para vigilância contínua, tanto na superfície quanto sob a água. Ele também é capaz de realizar mapeamento costeiro e caracterização do fundo do mar. De acordo com a Saildrone, esses veículos podem operar por meses, funcionando como um "deterrente e um alarme" no vasto litoral sul dos Estados Unidos.
Resultados Preocupantes
Desde setembro de 2025, a Marinha dos EUA tem realizado operações contra embarcações suspeitas de transportar drogas, com um total de 66 ações oficialmente registradas até junho de 2022. Essas ações resultaram em prejuízos significativos para o tráfico, além de, infelizmente, levar à morte de pelo menos 196 pessoas.
Perspectivas Futuras
John Mustin, presidente da Saildrone e veterano da Marinha, destacou a importância dessa continuidade nas operações, enfatizando a experiência da empresa em operar veículos não tripulados e sua capacidade de atuar em regiões críticas. A colaboração entre a Saildrone e a Marinha é vista como um passo importante na segurança das fronteiras marítimas dos EUA.
Fonte: www.defensenews.com







