US Navy Inova: Usando Porta-Aviões para Energizar Instalações Costeiras – Descubra os Benefícios!

Marinha dos EUA Planeja Levar Energia de Porta-Aviões Nuclear para Base em Terra

Iniciativa da Marinha pretende testar uma nova forma de fornecer energia a instalações militares em Norfolk, Virginia.

A Marinha dos Estados Unidos anunciou que, neste verão, irá realizar um experimento com sua maior classe de porta-aviões, buscando transferir energia do navio para uma base terrestre em Norfolk, Virginia. A revelação ocorreu durante uma audiência do Comitê de Serviços Armados da Câmara dos EUA no dia 14 de maio, onde o Secretário da Marinha, Hung Cao, destacou os objetivos desse projeto inovador.

Projeto de Transferência de Energia

Cao explicou que a Naval Station Norfolk será parte de um programa piloto que visa explorar como a energia de um porta-aviões pode ser utilizada em instalações em terra. "Vamos exportar a energia do porta-aviões para a base", disse ele. Essa iniciativa foi inicialmente reportada pela American Nuclear Society.

Um porta-voz da Marinha confirmou a ação, afirmando que o serviço está adotando uma estratégia diversificada para garantir a entrega de energia confiável e resiliente para suas instalações, abordando necessidades críticas de missão.

Possível Escolha do Porta-Aviões

Embora nem Cao nem a Marinha tenham confirmado qual porta-aviões será utilizado, tudo indica que o USS Gerald R. Ford, atualmente ativo, será o escolhido. Este porta-aviões retornou recentemente de uma missão histórica de 322 dias, durante a qual participou de várias operações no Oriente Médio e na região do Comando Sul dos EUA.

Benefícios Potenciais da Iniciativa

Durante a audiência, Cao enfatizou os possíveis benefícios dessa nova captação de energia, como a possibilidade de ajudar a reparar bases militares ou fornecer água potável para regiões afetadas por secas, como a Califórnia. Além disso, o Almirante Daryl Caudle, Chefe de Operações Navais, comentou sobre a necessidade de estabelecer um programa de reatores semelhantes aos já existentes no Exército e na Aeronáutica, ressaltando a importância da expertise da Marinha em reatores nucleares.

"Precisamos de um campeão programático para o programa de SMR (Reator Modular Pequeno)", afirmou Caudle, pedindo por um avanço rápido na implementação.

Essa proposta da Marinha dos EUA representa um passo inovador para a integração da energia nuclear nas operações militares e pode redefinir a forma como as forças armadas lidam com questões de energia e recursos em suas missões.

Fonte: www.defensenews.com