Como Manuella Concilia a Maternidade e o Retorno ao Basquete: Inspire-se na História de Superação!

Maternidade e Basquete: A Desafiadora Rotina de Manuella Almeida

Atleta do Sport/Uninassau enfrenta novos desafios após a maternidade, equilibrando treinos e cuidados com o filho

No Recife, a rotina de Manuella Vitória Almeida de Aquino, de 22 anos, é um verdadeiro jogo de equilíbrio. Como atleta do Sport/Uninassau, ela se vê diante da missão de manter viva sua carreira no basquete, enquanto cuida do pequeno Caio, seu filho de apenas 1 ano e 2 meses. A transformação em sua vida e carreira começou em junho de 2024, quando descobriu a gravidez, alterando completamente suas prioridades.

Mudança de Prioridades

Manu, como é carinhosamente chamada, revela que a maternidade trouxe medos e inseguranças. "Agora eu não estou mais sozinha", afirma, ressaltando a mudança significativa em sua vida. A gestação e as complicações que surgiram fizeram com que ela deixasse as quadras temporariamente. O nascimento de Caio exigiu um rearranjo total de suas prioridades, entre os treinos e o cuidado integral com o filho.

Uma Rotina Desafiadora

A nova rotina é cheia de desafios. Manuella precisa acordar cedo, preparar a bolsa de treino e organizar a mamadeira, muitas vezes dependente do auxílio de familiares para conseguir ir à academia. “Quando ninguém pode ficar com o menino, eu tenho que levá-lo comigo ou faltar”, explica. A atleta se sente dividida entre a dedicação ao esporte e a maternidade, confessando que muitas vezes se preocupa por não conseguir dar o máximo em ambas as áreas.

Os Efeitos da Maternidade

O peso emocional também toca o cotidiano da atleta. Com noites mal dormidas e o cansaço acumulado, ela se vê lutando para manter seu desempenho. “Nem sempre consigo porque venho de noites cansativas”, admite. Porém, o basquete continua a ser uma escapada, uma forma de recarregar suas energias, mesmo que a exaustão frequentemente a acompanhe.

Persistência em Meio aos Desafios

A ideia de desistir já passou pela cabeça de Manuella, que confessa: “Todos os dias penso nisso.” No entanto, ela encontra força em sua paixão. “O basquete é a única coisa que eu ainda tenho da antiga Manu”, diz, reforçando que a quadra é um lugar onde resgata parte de sua identidade pré-maternidade.

Conexão com a Equipe

As consequências da maternidade também se refletem na conexão com suas companheiras de time. Manuella não consegue acompanhar a equipe em jogos fora do Recife, o que afeta sua integração e as oportunidades em quadra. Contudo, ela destaca o suporte que recebe dentro do clube, evidenciando a empatia da equipe e a comissão técnica em relação à sua nova realidade.

Olhar para o Futuro

Para Manuella, ser mãe não diminui seus sonhos; pelo contrário, transforma a forma como busca alcançá-los. Ao olhar para o futuro, ela compartilha um desejo simples, porém profundo: que Caio cresça vendo a mãe lutar por seus objetivos, equilibrando a maternidade com suas ambições profissionais.

Fonte: www.folhape.com.br