Lockheed Reveals GRIZZLY C-UAS: Derrubando Drones de Ataque em Demonstração Ao Vivo!

Lockheed Martin Realiza Teste de Êxito Contra Drones com Nova Tecnologia

A empresa demonstra a eficácia de seu sistema de defesa com lançamento de mísseis a partir de um lançador containerizado.

Lockheed Martin conseguiu, pela primeira vez, derrubar um drone de ataque de um caminho utilizando um míssil Joint Air-to-Ground Missile (JAGM) disparado de seu lançador containerizado GRIZZLY. O teste, que ocorreu no dia 3 de junho, integrou o sistema de gerenciamento de batalha Sanctum com radares Fortem R-40, proporcionando uma resposta eficiente contra drones.

Teste em Campo

O evento foi realizado no Yuma Proving Ground, no Arizona, onde a Lockheed Martin demonstrou não apenas o disparo, mas também a detecção e rastreamento do alvo em apenas 45 dias após integrar os sistemas. A empresa investiu recentemente US$ 25 milhões na Fortem Technologies, melhorando a sinergia entre os radares e interceptores de drones.

Evolução das Capacidades de Defesa

Este teste expande as capacidades do GRIZZLY, que em março já havia realizado um lançamento bem-sucedido de um míssil Hellfire durante uma avaliação em Yakima, Washington. O lançador containerizado, que pode armazenar até oito mísseis, foi projetado para ser usado tanto em terreno quanto em embarcações, oferecendo um método prático e econômico para proteger bases e ativos estratégicos.

Respostas a Novas Ameaças

À medida que a ameaça de drones cresce, a demonstração da Lockheed Martin reflete um impulso por parte do Pentágono e de seus aliados para implementar uma proteção mais robusta. Segundo Randy Crites, vice-presidente de Programas Avançados da empresa, a agilidade na implementação do GRIZZLY exemplifica a inovação no campo de batalha.

Próximos Passos na Defesa Aérea

Paul Lemmo, vice-presidente de Sensores e Sistemas da Lockheed, ressaltou que o teste oferece uma solução de defesa modular e de baixo custo que pode ser implantada rapidamente, destacando a capacidade de resposta a ameaças emergentes. A tecnologia promete consolidar a defesa em múltiplos níveis e a integração com outras operações, adaptando-se às novas demandas do cenário de segurança atual.

Fonte: www.defensenews.com