Gravatá Avança para 16ª Posição em Qualidade de Vida em Pernambuco: Descubra os Detalhes do Estudo

Gravatá se destaca no Índice de Progresso Social de 2026

Cidade é a 16ª do estado em qualidade de vida, segundo levantamento que avalia indicadores sociais e ambientais.

Gravatá, no Agreste de Pernambuco, alcançou um lugar de destaque no Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, publicado nesta quarta-feira (20). A cidade ocupa a 16ª posição no ranking estadual e a 1.883ª em nível nacional, considerando os 5.570 municípios avaliados.

O IPS mede a capacidade das sociedades de atender às necessidades humanas básicas e promover qualidade de vida. Na pesquisa, Gravatá apresentou uma média de 71,22 em "Necessidades Humanas Básicas", que inclui aspectos como nutrição e cuidados médicos. O índice referente aos "Fundamentos do Bem-Estar" foi de 69,47. Entretanto, o pilar "Oportunidades" registrou a média mais baixa, de 46,72, indicando um desafio a ser enfrentado.

O que compõe o IPS?

O Índice de Progresso Social é baseado em três dimensões principais:

  • Necessidades Humanas Básicas: Refere-se à nutrição, cuidados médicos, água e saneamento, moradia e segurança pessoal.
  • Fundamentos do Bem-Estar: Inclui acesso à educação básica, saúde, qualidade do meio ambiente e informação.
  • Oportunidades: Relaciona-se a direitos individuais, inclusão social e acesso ao ensino superior.

No ranking geral, o município mais bem posicionado do Brasil é Gavião Peixoto (SP). Entre as capitais, Curitiba lidera, enquanto Recife se encontra entre as cinco com a pior classificação de qualidade de vida.

Pernambuco em um panorama geral

No âmbito estadual, Pernambuco ocupa a 16ª posição no IPS, com uma média de 60,58. Esse número está abaixo da média nacional de 63,40. O estado se destacou com a média de 68,41 em "Necessidades Humanas Básicas", mas apresentou desafios significativos no quesito "Oportunidades", onde a média foi de 46,45.

Dentre os 184 municípios de Pernambuco, Fernando de Noronha mostrou o melhor desempenho no IPS. Por outro lado, Bodocó e Santa Filomena registraram os piores índices.

Entre as cidades do Agreste, os melhores desempenhos foram observados em Belo Jardim e Santa Cruz do Capibaribe. Já os índices mais baixos foram encontrados em Brejo da Madre de Deus e Paranatama.

Esse levantamento traz à tona a importância de promover políticas públicas eficazes para melhorar as condições de vida e as oportunidades em Gravatá e em todo o estado de Pernambuco.

Fonte: diariogravata.com.br