Romênia Ingressa no Mercado de Contramedidas Contra Drones nos EUA: O Futuro da Segurança Aérea

Romênia Acesso a Tecnologia de Defesa Contra Drones dos EUA

Novo acordo permitirá a aquisição de sistemas de combate a veículos aéreos não tripulados

A Romênia agora poderá adquirir tecnologia de sistemas de defesa contra drones através de um marketplace gerido pelos Estados Unidos, conforme anunciado pelo Exército americano nesta quarta-feira. A decisão é parte de uma estratégia do Pentágono para aprimorar a aquisição de tecnologias de combate a ameaças aéreas não tripuladas.

Marketplace de Tecnologia de Defesa

Esse acordo oferece à Romênia acesso a uma plataforma gerenciada pela Joint Interagency Task Force 401, criada em 2025 para agilizar a implementação de capacidades de defesa contra drones, conhecidas como C-UAS (counter-unmanned aerial system). A iniciativa tem como objetivo conectar nações parceiras a tecnologias de defesa, buscando atender à crescente demanda por proteção contra ameaças aéreas em constante evolução.

O Brig. Gen. Matt Ross, diretor da força-tarefa, declarou que a expansão do mercado visa atender uma variedade de necessidades, abrangendo desde usuários táticos até a proteção de infraestruturas críticas, tanto em âmbito nacional quanto para aliados. “Está relacionada a uma gama de capacidades que podem satisfazer diferentes usuários”, afirmou Ross, enfatizando a importância de um mercado que se expanda e que permita às indústrias de C-UAS escalarem sua produção.

Objetivo de Expansão

Com a inclusão da Romênia, o Exército dos EUA reafirma seu compromisso em ampliar a rede de países participantes, com a meta de atingir pelo menos 25 nações até o final do verão americano. A tecnologia disponível será interoperável entre os países aliados, aumentando a eficácia das operações conjuntas.

Em março, o Reino Unido já havia assinado um acordo com o Pentágono para estabelecer “padrões de dados comuns” para a tecnologia C-UAS. O cumprimento desses padrões facilitará as transações no marketplace, garantindo a qualidade e a compatibilidade dos produtos apresentados pelos fornecedores.

Essa iniciativa reflete um esforço contínuo de modernização e colaboração internacional na segurança, visando fortalecer a defesa coletiva contra ameaças aéreas, que têm se tornado cada vez mais relevantes no cenário global.

Fonte: www.defensenews.com